Ah que cheiro bom!
Um simples cheiro me faz suar frio, tremer, o coração dispara.
Só que esse cheiro é só recordação.
Está aqui dentro, somente aqui dentro.
Um cheiro sabor paixão.
Ilusão, saudade, medo.
É uma tristeza e uma alegria.
Um sorriso e uma vontade de chorar.
Dizem que recordar é viver.
Mas no fundo, acho que é morrer.
Não sei se morre eu, ou o amor.
É um cheiro doce mel.
É uma droga, um veneno que me mata aos poucos,
que me vicia, que me deixa doida, que arde por dentro.
Queima o coração.
Ele é tão lindo, mas está tão longe.
Seu cheiro eu não sinto mais.
Seu amor...
O que é isso mesmo?
Parece que foi ontem,
mas o tempo passou depressa demais.
Apagou qualquer possibilidade, qualquer vontade de voltar.
E ficar.
Esperança?
Sim.
Mas não sei se vale a pena.
Se vai durar para sempre, não sei.
Tempo, esperança, espera, intriga, delírio.
É só o que me resta.
Maio, 2001.
Um simples cheiro me faz suar frio, tremer, o coração dispara.
Só que esse cheiro é só recordação.
Está aqui dentro, somente aqui dentro.
Um cheiro sabor paixão.
Ilusão, saudade, medo.
É uma tristeza e uma alegria.
Um sorriso e uma vontade de chorar.
Dizem que recordar é viver.
Mas no fundo, acho que é morrer.
Não sei se morre eu, ou o amor.
É um cheiro doce mel.
É uma droga, um veneno que me mata aos poucos,
que me vicia, que me deixa doida, que arde por dentro.
Queima o coração.
Ele é tão lindo, mas está tão longe.
Seu cheiro eu não sinto mais.
Seu amor...
O que é isso mesmo?
Parece que foi ontem,
mas o tempo passou depressa demais.
Apagou qualquer possibilidade, qualquer vontade de voltar.
E ficar.
Esperança?
Sim.
Mas não sei se vale a pena.
Se vai durar para sempre, não sei.
Tempo, esperança, espera, intriga, delírio.
É só o que me resta.
Maio, 2001.
Nenhum comentário:
Postar um comentário